Das veigas puras do jardim do céu.
Um - tem o mel da granadilha agreste,
Bebe os perfumes, que a bonina deu.
O outro - voa em mais virentes balças,
Pousa de um rio na rubente flor.
Vive do mel - a que se chama crenças -,
Vive do aroma - que se diz - amor. -
Recife, 1865

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